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Mostrando postagens de 2016

Os melhores de 2016.

A atividade crítica de Rodrigo Gurgel.

Presentinho de Natal.

Um poema-objeto de Ferreira Gullar.

Palestra sobre o objetivismo de Ayn Rand.

O início da Divina Comédia.

Dante Alighieri (1265 - 1321).

Bob Dylan, Nobel de literatura 2016.

O início do "A portrait".

No tempo em que eu virava pra mim mesmo e dizia

Um soneto de Adriano Scandolara.

Bienal.

"Quando fores grisalha", de Yeats.

Apontamento passageiro sobre uma tradução de Paulo Vizioli.

"Para meu filho Carlino", de Walter Savage Landor.

Um rápido comentário sobre Guilherme de Almeida.

Bruno Tolentino tradutor. III.

Bruno Tolentino tradutor. II.

Bruno Tolentino tradutor. I.

Brazil?

"A escolha", de Yeats.

Carlos Alberto Nunes, transcriador.

Uma belíssima estrofe de Dante.

Estágios de aceitação ao traduzir um poema.

"Seja este o poema", de Philip Larkin.

um poema de cummings.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Final.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Parte quatro.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Parte três.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Parte dois.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Parte um.

Breve ciclo de postagens sobre Ana C. Introdução.

Uma leitura leiga do "Todesfuge", de Paul Celan.

"A uma cotovia", de P. B. Shelley.

As peripécias de um leitor de livros digitais.

Esse modelo de poesia performática

Uma paráfrase de Geoffrey Hill.

Apropriação cultural.

Sinto-me na necessidade de dizer que

O espaço de cinco anos na poesia de Nydia Bonetti.

A arte como esconderijo.

No que consistiria a pertinência do teste de Bechdel.

Sobre o conceito de literatura feminina.

Florestas de símbolos.

Crítica, a tal da crítica.

O rei dos poemas de amor.

"99 Novels", Anthony Burgess.

Um soneto de Bilac, aliás um dos meus preferidos.

Ativismo histriônico.

A respeito de Knausgård, aquele norueguês que só tira foto com cigarro na boca, cujo nome você tem que copiar e colar porque não sabe como colocar essa bolinha em cima do A, mas também aquele dos livros que você lê torcendo pra que ninguém te pergunte sobre o que é, pois se perguntarem, aí já viu:

"Break, blow, burn", Camille Paglia.

Os poemas e a época.

"Os invernos da ilha", Rodrigo Duarte Garcia.

Johann Wolfgang von Goethe (1749 - 1832).

"A morte de Virgílio", Hermann Broch.

Fique em paz.

Fresquinhos.

"Metamorfoses", Ovídio, tradução de Bocage e comentários de Rafael Falcón.

"Os anéis de Saturno", W. G. Sebald.

Alba. Só que nesse caso, outra.